quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Carta aberta de uma TOC


"Sou uma pessoa que não tenho ligado nada a estas cenas das eleições nos últimos anos, tenho-me sentido muito bem cá no meu cantinho, sem chatear ninguém nem muito menos querer chatices...

Se o Dr. Domingues de Azevedo (chamam-lhe Dr., acho que deve ser pois senão não estaria à frente duma coisa daquela envergadura...) lá tem estado estes anos todos olha... bom proveito para ele, e até algumas coisas de bom tem feito pela profissão, mas... agora que muita coisa está a mudar e eu estou a sentir no meu bolso e no meu dia-a-dia essas mudanças... e aproveitando que me disseram que vai haver eleições, eu nem sempre votei e, quando o fiz, votei na lista A só porque eram os que lá estavam... desta vez resolvi ler atentamente o que cada uma se propõe fazer.

Pois... campanha eleitoral é igual a muitas e muitas promessas... mas vou então ler o que dizem:

Olha... 3 listas ! Não seria suposto haver apenas uma da continuidade e outra da oposição ?

A Lista A pelo conteúdo será a do Dr. Domingues de Azevedo... pois aquilo parece-me manter o que tem sido feito... até parecem os editoriais da Revista TOC, ou seja, não mexer em nada, continuar tudo na mesma e, num ou noutro aspecto, lançar umas novidades... pontuais!

A Lista B, pelo que diz, não entendo o que significa "Impedimento Atendível" (terá a ver com o atendimento aos balcões das Finanças ?), querem rever os Estatutos após consulta dos profissionais... pudera, era o que mais faltava se os alterassem de livre vontade... aliás nem podiam, pois só a Assembleia da República o pode fazer... afinal também querem criar não uma Casa TOC e um Centro de Formação mas duas casas e dois Centros (pois... dinheiro deve ser coisa que lá dentro não deve faltar... ), e eh pá... não abordam nada sobre responsabilidade do TOC, quotas e acesso à profissão! Estranho!!! Até parece que tudo tem estado bem por aqui...

A Lista C... engraçado, aborda muitos temas neste mapa e... lendo bem... estes tipos tocam aqui em pontos que nem eu os tinha imaginado:


i) Ele é as cenas do Justo Impedimento... pensando bem... isto nem afecta apenas as mulheres! Então e os doentes, os acidentados e se nos morre alguém da família?

ii) Olha boa... posso vir a votar aqui na cidade na Delegação... e assim aproveito e vejo as instalações ... nunca lá fui !!

iii) Bolas... que é isto da Lei 6/2008? Acho que a vou ler... Terá algo a ver com os TOC's ?

iv) Estatuto Remuneratório? Mas aquela malta não sabe o que eles ganham em concreto ? Poxa... e então para onde vai o meu dinheirinho das quotas e das formações?

v) Artigo 24.º LGT e artigo 8.º RGIT... Ora aqui está... as vezes que eu tenho discutido esta cena com o Zé Maria!.... Estou a ver que estes jogam no mesmo campeonato que eu. E tem a ver com a Responsabilidade! Importante, pois não me quero ver entalada por nada sem saber!

vi) Créditos anuais? Excelente! Nunca entendi bem aquela confusão dos biénios...

vii) Manual do Serviço TOC... muito bem pensado... um manualzinho de orientações... sim, porque já descobri que isto de trabalhar no terreno é muito diferente do que aprendi na faculdade... O ideal é que tivesse uma lista de procedimentos fundamentais para que se pudessem comparar certos honorários praticados com o serviço realmente feito...

viii) Alterar os exames e as condições... boa... ainda me lembro das 3 vezes que lá fui e do dinheirão que paguei... só porque aquilo era pior que fazer exames de código...

ix) Formação de maior qualidade e a menor preço... isso sim, uma boa medida, pois já estou cansada de pagar forte e feio para ir, eu e mais uns quinhentos, buscar um manual básico e assistir a uma palestra aborrecida, a ouvir um senhor dizer coisas que me entram por um ouvido e saem pelo outro...

x) Isto do E-Learning On Demand pode ser uma excelente ferramenta... assim, em qualquer altura do ano tenho disponível uma formação sobre um tema que julgue necessário, sem ter de esperar pelo ano seguinte pois a formação daquele ano já foi...

xi) Suspender dotações para aqueles gastos todos. É assim mesmo!! Nunca entendi o que vai ser e como vai ser a Casa TOC e porque razão as quotas que pago não têm o retorno merecido...

xii) Um Gabinete Jurídico gratuito? Espectacular... aqui sim, já vejo retorno no valor das quotas e já vejo a Ordem mais perto dos profissionais.

xiii) Isenções e reduções nas quotas... olha, muito justo, sim senhor! Não é correcto eu pagar 144 euros ao ano e tenho 10 clientes... e o meu tio reformado, com quem aprendi os primeiros passos na contabilidade, pagar o mesmo... e até a minha cunhada que trabalha no Banco, que está inscrita mas não exerce, paga os mesmos 144 euros!! Não pode ser!!

Quer dizer então que... afinal estes tipos da Lista C até têm uma boa visão das coisas... querem ser uma alternativa e, aparentemente... com pés e cabeça!!

Ainda bem que me mostraram este mapa... acho que o vou imprimir e levar já ao meu tio e à minha cunhada!!“


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Mapa comparativo de propostas das 3 candidaturas


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Votos por correspondência deixam de ser abertos na recepção

UMA VITÓRIA DA PROFISSÃO

Pela primeira vez na história da profissão, e por proposta da Lista C, os votos por correspondência só serão abertos no dia da votação e não conforme o procedimento que se mantinha em eleições anteriores, isto é, a abertura dos votos presenciais à medida que eram recepcionados.

Pensamos que foi conseguida finalmente a transparência necessária a um acto da mais alta importância da vida da nossa Instituição, um passo importante na democratização e na transparência do processo eleitoral.

De salientar que a Lista B foi também parceiro em todo o processo de negociação que conduziu àquela conquista.


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Apresentação da candidatura em Lisboa

Caros Colegas,

Na linha das múltiplas iniciativas que a nossa candidatura tem vindo a promover, informamos que no próximo Sábado, dia 30 de Janeiro, pelas 16:00 horas, iremos realizar uma apresentação da Lista C no Hotel Zenit Lisboa – Av. 5 de Outubro, nº 11, Lisboa ( ao lado da Maternidade Alfredo da Costa).

Tendo a primeira apresentação ocorrido em Paredes, no distrito do Porto, é agora chegado o momento de apresentarmos a nossa candidatura aos colegas da região de Lisboa, com quem pretendemos partilhar e discutir as nossas ideias e as nossas propostas.

Mais do que uma apresentação, queremos que este encontro seja uma oportunidade de debate e de interacção entre todos os presentes, pelo que convidamos os colegas a acompanharem-nos neste momento de apresentação do nosso manifesto eleitoral e de reflexão sobre a profissão.

Com os melhores cumprimentos

Lista C – Alternativa de Futuro - pela Profissão e Com Todos os Profissionais


domingo, 24 de janeiro de 2010

Currículos e fotos dos candidatos da Lista C

Os currículos e as fotos dos candidatos da lista C podem ser vistas nesta página do site da candidatura Alternativa de Futuro.


sábado, 23 de janeiro de 2010

Homens e mulheres comuns, técnicos oficiais de contas

A Lista C, a lista da Alternativa de Futuro, não é composta por grandes figuras. Nenhum membro é uma sumidade reconhecida internacionalmente. Nenhum membro é professor catedrático, nenhum é autor proeminente, nenhum é uma figura que se tenha celebrizado nos corredores do poder político.

Não. Na Lista C temos apenas homens e mulheres comuns, técnicos oficiais de contas que diariamente estão junto das pequenas e médias empresas. Pessoas que lutam no terreno para terem as declarações de IVA prontas no dia 10, a Segurança Social no dia 15, o IRS no dia 20, todos os meses, incluindo o das férias.

Mas entendemos que são homens e mulheres assim que precisam de estar à frente dos destinos da entidade reguladora da profissão. São pessoas assim que mais certeiramente compreendem as dificuldades técnicas, os problemas das empresas, as implicações da doença e da maternidade no trabalho, os erros legislativos, a pressão dos prazos, das coimas e da responsabilidade. E, por isso, são pessoas que estão mais aptas para defender e melhorar a profissão.

Não precisamos de muito para o conseguir fazer. Basta saber que temos a apoiar-nos a força de várias dezenas de milhar de outros homens e mulheres comuns. Pessoas que, com o seu esforço e dedicação, mantêm, nas áreas contabilística e fiscal, a economia deste país a funcionar. Pessoas que, muitas vezes, trabalham 10 e 12 horas diárias, com grande sentido de responsabilidade e competência, aplicando o saber adquirido pela experiência concreta da sua vida profissional. Homens e mulheres comuns que, como nós, são técnicos oficiais de contas.



Aaron Copland (1900-1990)
Fanfarra para o homem comum



quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

OS ZIGUE ZAGUES

ZIGUE ZAGUE I

Desde há muitos meses a esta parte que os elementos que integram hoje a candidatura Alternativa de Futuro - Lista C - incluindo o próprio candidato a Bastonário, têm defendido, junto da classe profissional e política, a figura do Justo Impedimento, a accionar em caso de acidente, luto, doença prolongada e desde que impeditiva do eficaz exercício da profissão, e maternidade, em conexão com a problemática da responsabilidade do TOC, requerendo-se uma alteração, clara e inequívoca, dos artigo 24.º da LGT e 8.º do Regime Geral das Infracções Tributárias (RGIT).

Em Julho de 2009, Domingues de Azevedo foi peremptório numa audição parlamentar quando disse:

“Como vou aferir com rigor o Justo Impedimento pondo em dúvida a funcionalidade do País?”

“Isto seria abrir a porta a um universo de situações de impossível verificação”

“Tratam-se de jogos de influências que aplicadas, afectam o interesse público”

Agora, em Janeiro de 2010, o programa da Lista A propõe-se “Reflectir de dois em dois anos os problemas específicos da mulher na profissão de TOC, conceber e implementar em colaboração com a tutela das Finanças mecanismos funcionais que possibilitem às mulheres TOC impedidas devido à maternidade, o cumprimento das suas obrigações fiscais, e ainda consentir a isenção da obtenção de créditos, no ano em que se tenha verificado a maternidade”.

Perante isto, não só temos que um internamento por doença grave pode ser de “difícil verificação”, como o luto não passa de um “jogo de influências”, já para não falar que a Mulher TOC passará a só ter valor de dois em dois anos!!

Mas, vá lá, que algo de diferente já veio agora “a reboque”!



ZIGUE ZAGUE II

Desde há muitos meses a esta parte que os elementos que integram hoje a candidatura Alternativa de Futuro - Lista C - incluindo o próprio candidato a Bastonário, defendem junto das entidades competentes a alteração dos estatutos, precedida de debate e deliberação em assembleia geral de TOC, por forma a ser dado cumprimento à Lei n.º 6/2008, que regula as Associações Públicas de Profissionais, introduzindo-se na Ordem garantias de transparência, democraticidade, controlo democrático e equilíbrio entre os poderes dos diversos órgãos.

Então, Domingues de Azevedo começou por dizer que “preferia não ser Ordem a ter de se submeter à Lei 6/2008“! Seria medo da implícita fiscalização obrigatória do Tribunal de Contas ou da obrigatória existência de uma Assembleia de Representantes?!

Depois, verificou-se que a limitação de mandatos dos OS (devidamente prevista na Lei de Alteração Legislativa aprovada pelo Parlamento) foi metida na gaveta, supostamente por um qualquer moço de recados.

Agora, quais paladinos da transparência, até já prometem “Realizar um referendo aos membros da Ordem ou alterar o Estatuto tendo por objectivo a limitação a dois mandatos consecutivos dos presidentes dos órgãos e do bastonário”.

Será mais uma promessa para não cumprir, como aconteceu com a anunciada discussão da revisão dos estatutos com todos os TOC, discussão que, pasme-se, foi esquecida alegando-se falta de tempo?!

Mais uma ideia “por arrasto”?



ZIGUE ZAGUE III

Desde há muitos meses a esta parte que os elementos que integram hoje a candidatura Alternativa de Futuro - Lista C - incluindo o próprio candidato a Bastonário, querem promover e aceitar parcerias entre a Ordem e o legislador, e entre a Ordem e as entidades institucionais, em matéria contabilística e fiscal, numa relação equilibrada, proporcional, independente e sensível à realidade, aproveitando os contributos de todos os TOC, devendo-se, para tal, incrementar o acompanhamento do processo legislativo com impactos na profissão e nos profissionais.

Tudo isto sempre contou com a discordância de quem tem dirigido os destinos da profissão nos últimos tempos.

Mas eis que, agora, a Lista A já quer “sensibilizar, pelas mais diversas vias, o poder legislativo e o poder executivo para o valor acrescentado da participação prévia dos profissionais na preparação e feitura das leis de índole contabilística e fiscal, tornando-as mais amigas do cidadão e de maior compreensibilidade para a sua execução”.

Muito bem! De novo a marcar a agenda!



ZIGUE ZAGUE IV

Desde há muitos meses a esta parte que os elementos que integram hoje a candidatura Alternativa de Futuro - Lista C - incluindo o próprio candidato a Bastonário, pretendem criar a figura do TOC Suplente, devidamente identificado junto da Administração Fiscal, com funções únicas e específicas, formalmente contratualizadas para estas circunstâncias, encontrando-se, assim, uma possível solução para o problema da partilha das senhas.

Esta era “(...) uma utopia, uma ideia totalmente inconsistente (...)”, segundo quem se apresenta hoje candidato pela Lista A.

Interessante é, também, esta mesma Lista A, em oportuno jogo de cintura, achar, agora, que se deve “conceber em colaboração com as respectivas entidades mecanismos de substituição acidental de profissionais, no que concerne ao envio das declarações fiscais”.

As ideias mudam ou andam umas a reboque das outras?!



ZIGUE ZAGUE V

Desde há muitos meses a esta parte que os elementos que integram hoje a candidatura Alternativa de Futuro - Lista C - incluindo o próprio candidato a Bastonário, querem analisar e reavaliar em profundidade o fundo de pensões e os seguros procurando a melhoria de coberturas, diminuição de custos e aumento de opções de forma sustentada, além de desenvolver mais protocolos de seguros e de outros serviços de interesse para os TOC.

Além de, no campo técnico, aumentar e melhorar o apoio dado aos profissionais pelo Consultório Técnico, tornando-o gratuito e sem limitações, com presença no Fórum da Internet e continuando a privilegiar a Pasta TOC.

Hoje, a Lista A já defende, também, que se deva “analisar a actual estrutura do seguro de saúde, procurando conferir-lhe outras coberturas que se revelem fundamentais para os profissionais” e, também, “criar um serviço on line em interacção com o fórum profissional, vocacionado para responder a questões simples colocadas pelos provisionais”.

Muito bem “rebocadas” estas sugestões!



ZIGUE ZAGUE VI

Desde há muitos meses a esta parte que os elementos que integram hoje a candidatura Alternativa de Futuro - Lista C - incluindo o próprio candidato a Bastonário, defendem a existência de Exames como elemento indispensável ao acesso à profissão, querem promover uma profunda reformulação dos conteúdos programáticos e dos exames bem como das suas condições de realização, tal como encetar um estudo da Tabela Emolumentar que a permita tornar mais equitativa e aprofundar o trabalho com os estabelecimentos de ensino superior e a respectiva tutela, no sentido de se ultrapassarem algumas deficiências, por forma a se obter uma uniformização lectiva em termos pedagógicos e científicos.

Ideias “(...) desajustadas da realidade (...)” como eram apelidadas por alguém, que até dizia que “(...) defender a Lei 6/2008 era abrir as portas à entrada de qualquer um na profissão e que a forma na qual os exames sempre foram feitos pela CTOC era exemplar “!

Hoje, curiosamente, a Lista A já defende que se deve, “em alternativa, procurar outros meios ou processos de avaliação dos conhecimentos profissionais dos candidatos à inscrição na Ordem”.

Também se arroga a Lista A de ser a única virada para os profissionais. Dizem eles: “sabemos - porque vivemos a profissão todos os dias - que temos problemas a resolver, dentro e fora dela”.

Pois, mas uma coisa é viver a profissão TOC todos os dias e outra, bem diferente e seguramente mais substancial, é viver na profissão TOC todos os dias e outra, ainda, será o viver da profissão TOC todos os dias. E isto já para não falar do quão diferente é viver dos profissionais TOC todos os dias!



ZIGUE ZAGUE VII

No Editorial da revista TOC de Setembro de 2009 foi escrito o seguinte: “(...) quando, despropositadamente, ouço alguns TOC dissertarem sobre um tema tão importante como é a sua actividade, desvalorizando todos os méritos da profissão que desenvolvem, apetece-me dizer (...), «… e a caravana passa.(...)“.

Na revista TOC de Outubro de 2009 referiu-se na rubrica de Opinião: ”(...) pena é que, por razões que muito dificilmente se entendem, salvo se do foro psíquico, alguns profissionais procurem por todos os meios desvalorizar esta tão profunda alteração na nossa profissão.(...)”.

O programa da Lista A reza o seguinte: “(...) sendo o nosso passado e tudo aquilo que até hoje fizemos pela profissão, a maior garantia que continuaremos a lutar por melhores condições para todos os Técnicos Oficiais de Contas”.

Pois bem! Passamos de um desrespeito total e absoluto para com os profissionais, com extensões zoológicas e clínicas, para um respeito celestial, pleno de boas intenções. Deveras conveniente esta mudança de “navegação”! Será porque vamos ter eleições?!


Por tudo isto algumas questões se impõem:

- Porque se perderam estes anos todos a tentar “inventar” aquilo que de todos era já conhecido?!

- Quais as conveniências por trás de todo este ziguezaguear de opinião?!

- Quem anda a pressionar quem para esta repentina mudança de discurso?! Como e por que razão?!

Aceitam-se respostas!

Pela candidatura
ALTERNATIVA DE FUTURO – Pela profissão e com todos os profissionais - Lista C

domingo, 17 de janeiro de 2010

Lista foi apresentada em Paredes, in Verdadeiro Olhar - Semanário de Lousada, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel


Candidatura à Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas acusa actual direcção de fazer “negociatas políticas”

A “Alternativa com Futuro”, lista (C) candidata à liderança da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), acusou, este sábado, em Paredes, Domingues Azevedo, actual presidente da Câmara dos TOC e presidente em exercício da OTOC, de “despesismo”, de aposta em obras emblemáticas “de vaidade” e de fazer “negociatas políticas”.
As afirmações foram proferidas na primeira apresentação pública, realizada em Paredes, por, segundo a lista, quererem estar mais próximo daqueles que pretendem representar, sendo que é no norte do país que estão 50 por cento dos profissionais do sector.

Lista quer maior independência política

"Diz-se que somos uma lista fraca, sem estrutura, irresponsável, que surgiu acidentalmente e que está contra a ordem e os profissionais; que nos falta currículo e experiência associativa, mas somos TOC e isso é mais importante que isso tudo", explicou Joaquim Antunes, um dos membros da lista C.

Ao contrário dos actuais dirigentes, os elementos desta candidatura andam no terreno e conhecem as dificuldades, disse, falando do inconformismo face ao actual estado da profissão. "Há desemprego, há dificuldade em entrar no mercado de trabalho quando, há outros que vêem clientes fugir e enfrentam concorrência desleal", alertou.

"Colagem política" e "despesismo", com milhões investidos num Fundo de Pensões que não terá bom retorno e com a actual direcção a querer uma sede faustosa e uma Casa TOC em Lisboa, sendo também estes quem define o seu próprio vencimento, foram algumas das acusações lançadas. A "Câmara (dos TOC) movimenta, por ano, 18 milhões de euros que deviam ser aplicados naquilo que precisamos e não em obras", frisou Joaquim Antunes.

Por seu lado, Vítor Vicente, TOC desde 1994 e candidato desta lista a bastonário da Ordem salientou os objectivos desta candidatura. Mudar os estatutos, dando voz aos TOC nas decisões; defender o voto presencial; limitar mandatos; dar novas funções às representações regionais, apostando na descentralização para criar dinamismo local, e criar um pólo da Ordem no Porto; mais formação; melhorias no sistema de acesso à profissão, criando um programa de estágios; mais transparência, democracia e participação são alguns dos objectivos estabelecidos.

Vítor Vicente defende também que haja independência política da Ordem já que até agora existe "seguidismo", afirmou.

in Verdadeiro Olhar - Semanário de Lousada, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Entrevista - TSF


Entrevista de Vitor Vicente à TSF - Rádio Notícias no programa "Negócios e Empresas".

Ouvir aqui


sábado, 9 de janeiro de 2010

Apresentação da Candidatura - Dia 16 de Janeiro


Eleições à Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas - Apresentação da Lista C (Alternativa de futuro) - Vitor Vicente dia 16 em Paredes.

Caros Colegas,

Como sabem, a maior Associação Pública Profissional do país – a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas – está em processo eleitoral.

A nossa candidatura, denominada Alternativa de Futuro, pela Profissão e Com Todos os Profissionais, liderada por Vitor Vicente, como candidato a Bastonário, vai fazer a sua 1ª Apresentação pública, no próximo dia 16 de Janeiro.

Esta apresentação, será feita no Distrito do Porto, mais concretamente em Paredes, pelas 16:00, no Edifício da Associação Cultural José Guilherme Pacheco - Academia de Música de Paredes, na Rua Dr. José Magalhães (Junto à Caixa Geral de Depósitos)

Escolhemos este local, para simbolizar a forma como queremos estar na Direcção dos destinos da Ordem, que é, sempre junto dos Técnicos Oficiais de Contas, indo ao seu encontro, ouvindo as suas preocupações e ideias, mas também dando nota das nossas acções, do que pensamos e queremos fazer.

Paredes, no coração do Distrito do Porto, zona onde trabalham muitos TOC, simboliza assim, a nível nacional, a nossa intenção de estar junto daqueles que queremos representar e servir.

Convidamos desde já os digníssimos representantes da comunicação social a estarem presentes, bem como todos os Técnicos Oficiais de Contas, nomeadamente da zona norte do país.

Com os melhores cumprimentos.

A Candidatura


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Membros da Lista C

Lista dos candidatos a todos os Órgãos da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas para o mandato de 2010/2013, nos termos do n.º 4 do artigo 46.º dos EOTOC.

Lista C

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Mesa da Assembleia Geral

Joaquim Alves Antunes, Presidente
Paulo Sérgio Leitão Barbosa, Vice-Presidente
António Carlos Domingues Rebelo, Secretário
Joaquim Francisco, Secretário
Paulo Alberto Vieira Correia Gomes, Secretário Suplente
Sónia Maria Abreu Pinto, Secretário Suplente

Bastonário

Vitor Alexandre Lopes Pereira Vicente, Bastonário

Conselho Superior

Vitor Alexandre Lopes Pereira Vicente, Presidente (Bastonário)*
Vitor Manuel Pereira da Cunha, Vice-Presidente *
Fausto Gentil Sousa Almeida, Representante da Região Norte
Eduardo Manuel Ferreira de Barros, Representante da Região Centro
José Ilídio Mendes, Representante da Região Sul
Francisco José Massa Flor Franco, Representante da Região Autónoma dos Açores
António José Correia de Jesus, Representante da Região Autónoma da Madeira

Conselho Directivo

Vitor Alexandre Lopes Pereira Vicente, Presidente (Bastonário)*
Vitor Manuel Pereira da Cunha, Vice-Presidente
António da Conceição Luís, Vogal
Maria Teresa Eva das Neves, Vogal
Vitor Manuel Silva Oliveira, Vogal
Rui Manuel Fonseca Ramos, Vogal
Fernanda Augusta Rangel Pinto, Vogal
Manuel Marques Dias, Suplente
Telma Maria Fernandes Ramalho, Suplente
Luís Manuel Carneiro Ferreira, Suplente
Custódio Vitor Martins Guerreiro, Suplente

Conselho Fiscal

Euclides Gonçalves Carreira, Presidente
Eduardo Roque do Rosário Rêgo, Vogal
Luís Antunes Martins, Vogal
Dina Maria Mendes dos Santos Rato, Suplente
Martinho Rodrigues Pacheco, Suplente

Conselho Disciplinar

Maria Eulália de Abreu Ferreira Baguinho Pinto, Presidente
João Manuel Martins Rodrigues Palma, Vogal
Dinis Janeiro Veiga, Vogal
José Luís Pinto Ribeiro, Suplente
António Manuel Ferreira Amaral, Suplente

Mandatário

Paulo Azinheira

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* - Por inerência do cargo